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UM POUCO DE TIBERÍADES

  • Foto do escritor: Cleia Macedo
    Cleia Macedo
  • 21 de mai. de 2020
  • 2 min de leitura

Esse publicação é uma repostagem do post de 11/12/2019 no meu blog anterior venha ver também. www.venhavertambem.blogspot.com

Partimos para a primeira visita, mas antes um pouquinho do hotel e do nosso café da manhã. No começo estava resistindo um pouco se queria ou não levar a câmera nesse viagem, mas por insistência de minha irmã resolvi levar, pensei que o celular seria suficiente e iria suprir minhas necessidades. Mas quando me vi com ela na mão, não conseguir mais largar, apesar dos apelos do Padre Carlos nosso guia em Terra Santa, que nos concentrássemos nas explicações e viver o momento, mas pude prestar atenção nas suas explicações, viver o momento e não deixar de clicar em aspectos considerados importantes, que praticamente  pareciam que eram todos.


Não  era minha intenção a princípio colocar no blog as fotos da viagem, apenas passar algumas fotos para pessoas queridas, mas vi que ficaram tão bonitas e que eu não poderia deixar passar a oportunidade de registrar essa dádiva maravilhosa que recebi do Senhor Jesus, e compartilhar com todos esse meu milagre e ainda dá o meu depoimento.

Tiberíades foi fundada por volta do ano 20, pelo tetrarca da Galileia e Pereia, Herodes Antipas, filho de Herodes, o Grande, que fez dela a sede de seu governo. Segundo uma tradição, ela foi edificada sobre as ruínas da aldeia israelita de Rakkat, mencionada no livro de Josué.


Sob o Império Romano, a cidade era conhecida por seu nome grego Τιβεριάς, e seu prestígio tornou-se tão grande que o mar da Galileia logo teve seu nome trocado para mar de Tiberíades (embora os judeus ortodoxos continuassem a chamá-lo pelo seu nome tradicional: "Yam Ha-Kinerett"). Com a deposição de Herodes Antipas (exilado por Calígula), a cidade, juntamente com toda a tetrarquia, foi incorporada ao reino de Herodes Agripa I (ano 61) e, mais tarde, ao de Herodes Agripa II.


Durante a primeira guerra judaico-romana, Tiberíades foi ocupada pelo exército rebelde, comandado por Flávio Josefo, que autorizou a destruição do palácio de Antipas, mas foi incapaz de impedir que a cidade fosse saqueada por seus soldados. Quando os romanos reconquistaram o domínio da Galileia, ela foi poupada porque, apesar de ter sido governada pelos rebeldes judeus, sua população, predominantemente helênica, manteve-se fiel a Roma.


Em 150 d.C, ao fim da Terceira guerra judaico-romana, o Sinédrio - o tribunal judaico -, que fugira de Jerusalém, decidiu instalar-se em Tiberíades, decisão que viria a tornar a cidade um foco da erudição religiosa judaica. A Mishná (chamada de "Torá Oral") provavelmente foi compilada em Tiberíades, pelo rabino Judá HaNasi, em torno de 200 d.C. Treze sinagogas foram instaladas na cidade, para atender às necessidades espirituais de uma crescente população judaica.


 
 
 

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